sábado, 19 de março de 2011

CARNAVAL 2011

                      
CABELEIRA DO ZEZÉ(João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963)

Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa nova
Será que ele é maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!

Bandeira branca amor
Não posso mais
Pela saudade que me invade
Eu peço paz

Saudade mal de amor de amor
saudade dor que dói demais
Vem meu amor
Bandeira branca eu peço paz


BANDEIRA BRANCA(Max Nunes-Laércio Alves, 1969)

Bandeira branca amor
Não posso mais
Pela saudade que me invade                                          
Eu peço paz

Saudade mal de amor de amor
saudade dor que dói demais
Vem meu amor
Bandeira branca eu peço paz

CHIQUITA BACANA(Braguinha-Alberto Ribeiro, 1949)

Chiquita bacana lá da Martinica
Se veste com uma casa de banana nanica

Não usa vestido, oi! não usa calção
Inverno pra ela é pleno verão
Existencialista com toda razão
Só faz o que manda o seu coração, ôi!

CIDADE MARAVILHOSA (André Filho, 1934)

Cidade maravilhosa
Cheia de encantos mil
Cidade maravilhosa
Coração do meu Brasil
Cidade maravilhosa
Cheia de encantos mil
Cidade maravilhosa
Coração do meu Brasil

Berço do samba e das lindas canções
Que vivem n'alma da gente
És o altar dos nossos corações
Que cantam alegremente

Jardim florido de amor e saudade
Terra que a todos seduz
Que Deus te cubra de felicidade
Ninho de sonho e de luz

MAMÃE EU QUERO(Jararaca-Vicente Paiva, 1936)

Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira e vem entrá pro meu cordão
Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana



O carnaval é uma manifestação cultural bastante apreciada pela maioria da população brasileira. Apesar de nossa região não possuir  muita tradição carnavalesca, as crianças acabam conhecendo através da mídia e de alguns outros meios, portanto é preciso conhecer e aprender desde cedo que é bom brincar com responsabilidade e de maneira correta, sem abusos. Brincando de maneira que respeitem os amigos e com músicas que tenham letras condizentes com suas idades.

Assim puderam brincar  e dar boas gargalhadas com os amigos e professoras.






























terça-feira, 15 de março de 2011

Um olhar sobre os modos de se alfabetizar hoje




É necessário que a alfabetização das crianças a partir da educação infantil constitua-se não como um conjunto gráfico, mas como uma experiência repleta de significados que tem como base as experiências culturais significativas das crianças


Brinquei com peixes e anjos, fui menina e fui rainha acompanhada e largada sempre a meia altura do chão. A vida um barco, remos e ventos, tudo real e tudo ilusão" (Luft, 2005, p. 87). Poderíamos parafrasear esse trecho do poema de Lya Luft dizendo: "Brinquei com peixes e anjos e assim fui me produzindo como um sujeito alfabetizado". Assim iniciamos este artigo, que pretende olhar com estranheza algumas questões que se relacionam com a alfabetização das crianças hoje.

Esse tema sempre volta à baila nas discussões que tratam de sujeitos infantis, principalmente nos últimos anos, quando a Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul busca fundar uma "matriz de competência" na área de alfabetização estadual, com vistas a orientar o trabalho pedagógico nas classes de alfabetização de 6 anos. Pode-se sentir o efeito dessas metas no trabalho com crianças que antes compunham as classes de nível A e nível B. Essas "matrizes de competências" podem ser analisadas a partir de verdades que se pretendem absolutas no que diz respeito aos modos de construção da alfabetização das crianças.
Leia mais


ATIVIDADES EM SALA DE AULA NA TURMA DO B2



Reconhecimento corporal e educação ambiental
árvore e flores das "mãozinhas"

Alfabeto da turma com pintura dos dedinhos

Cantando e aprendendo





Carimbo das mãos

Oralidade e reconhecimento das cores

quinta-feira, 10 de março de 2011

Literatura e linguagem na primeira infância






Enquanto somos crianças, enfrentamos alguns problemas quando ainda não temos formadas as expressões básicas para a nossa comunicação com as pessoas que nos rodeiam. A aprendizagem das palavras necessita de muitos esforços: aprender a ouvir o outro, aprender o significado das coisas, imitar o adulto, fazer parte de um contexto no qual o adulto nos dá o suporte para adquirirmos a linguagem.

Mesmo ainda muito pequenas, as crianças expressam-se de formas diferentes: com expressões faciais, gestos, mímicas, e até por meio de alguns códigos estipulados no convívio familiar. Isso às vezes ajuda, mas em outras ocasiões atrapalha - e muito. Tenho observado isso em minha experiência como educadora. No primeiro contato com a escola, por meio do qual a criança começa a conviver com novos adultos e crianças, surge uma possibilidade de se expressar com um vocabulário mais restrito ou não.

Ao ensinar uma criança essa nova aquisição de vocabulário, também nos deparamos com palavras que às vezes são indecifráveis num primeiro momento. Por exemplo, para uma determinada criança, a palavra "budi" pode significar "Quero colo"; "didio" pode ser chupeta ou bico; "xaxaxa" pode querer dizer bolacha. O que acontece quando ela se vê em sala de aula com colegas que usam outros códigos para se comunicar e que a professora tenta decifrar? É um trabalho árduo de interpretação, mas nós, educadores, conseguimos!

A simples competência de perguntar e responder para os adultos é formada a partir dos significados que as crianças estabelecem sobre o que desejam saber. A interação com o educador é peça fundamental, pois oportuniza, além da explicação, a aprendizagem de modo simples, por meio da imitação da fala dos adultos, os quais contam histórias, relatam acontecimentos da vida cotidiana. As crianças falam sobre viagens, cantam, ensinam rimas e trava-línguas, canções, decifram bilhetes e cartazes, leem rótulos, estabelecem hipóteses, constroem fantasias, enfim, realizam algumas ações a partir do pedido dos adultos, adquirindo a oportunidade de exercitar a linguagem, além de aperfeiçoá-la.

Na escola, as brincadeiras auxiliam as crianças para que vão internalizando alguns afazeres aprendidos e exercitados em grupo com o auxílio da professora, de maneira a incluí-los em um grupo com códigos já convencionais e de entendimento geral do novo grupo social formado. Os conflitos aparecem e fazem parte do movimento de transformação da vida das crianças, concretizando as diferentes formas de argumentar e dialogar a respeito dos acontecimentos sem utilizar-se da força física para sua resolução.

As crianças começam a descobrir através dos recontos, das histórias e dos contos de fadas aspectos que ajudam a vencer os medos e avançar na questão do pensamento e da capacidade de decodificar a realidade, a partir da diversidade de opiniões sobre variados assuntos acerca da comunicação e da nossa cultura.



 A arte de contar histórias já é milenar e tem servido como meio de comunicação entre povos. Fazemos isso sem perceber o tempo todo. Assim, a criança vai reelaborando e antecipando os acontecimentos, como se já tivesse se apropriado desse conteúdo, e pede para ouvir de novo aquilo que deseja entender.




 Devemos contemplar e incentivar esses momentos de desenvolvimento da linguagem pelos pequenos, uma vez que esse tempo da infância tem de ser bem-aproveitado.


O manuseio pelas crianças dos livros disponíveis em sala de aula, na biblioteca, em rodas de estudo e conversas faz com que, por meio da leitura de imagens, elas se apropriem do conteúdo do texto e das características dos personagens, descobrindo novas formas de recontar as histórias. O professor exerce o importante papel de ajudá-las nesse processo de descoberta de ideias, construindo uma linguagem expressiva e compreensiva, além do aprimoramento dos gêneros, explorados nas leituras feita em grupo. Ele pode fazer com que, em cada leitura, a criança interprete as sequências dos acontecimentos, ampliando significativamente seu vocabulário e seu repertório gramatical, sendo capaz de recriar novos enredos e desfechos para novas histórias, inventadas criativamente nos grupos de trabalho.

Ao professor também cabe um relevante papel na compreensão das manifestações das crianças, que começam a expor cada vez mais suas ideias e hipóteses sobre os diferentes assuntos abordados no grupo, seus desejos e necessidades, dúvidas e questões, podendo dar sugestões e opiniões nas diferentes situações vividas no cotidiano escolar e familiar. Essas atividades realizadas com o grupo organizam a fala da criança, no sentido de aprender a se comunicar cada vez melhor, desenvolvendo maior confiança e fluência, ampliando seu vocabulário e buscando justificativas no âmbito do próprio desenvolvimento e das relações entre pares, o que expressa sua subjetividade dentro e fora da sala de aula.

É fundamental socializar a linguagem e o pensamento no sentido da cooperação. A linguagem da criança não depende apenas de seu desenvolvimento, mas também do tipo de relação que ela mantém com o adulto em seu meio.

Adriana Dihl Moraes é licenciada em Pedagogia Pré-Escolar, especialista em Educação Infantil e professora de educação infantil na Escola Projeto, de Porto Alegre (RS).

Atividades de leitura realizadas com o grupo organizam a fala da criança, no sentido de aprender a se comunicar cada vez melhor, desenvolvendo maior confiança e fluência e ampliando seu vocabulário

sábado, 5 de março de 2011

Mesa de guloseimas atividade de acolhimento

Para que as crianças fossem recebidas e se sentissem bem no ambiente da instituição procuramos fazer da semana de acolhimento dias diferentes da nossa rotina diária. E com cuidados, pesquisando com os pais quaisquer problemas de restrições alimentares fizemos o dia da mesa de guloseimas.

É claro as crianças amaram...  






quinta-feira, 3 de março de 2011

A magia das cores no mundo infantil

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Para Crianças
Edição por Mandel Souza   
O uso das cores tem uma ligação direta no desenvolvimento da criança. Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções.

Isso acontece porque a criança é completamente influenciada pelas cores desde a fase inicial de vida, se estendendo por muitos anos. As cores alegres e vibrantes comprovadamente chamam a atenção do pequeno. Por esse fato, os pais devem usar e abusar do “mundo colorido” como peça importante também na educação dos filhos.

Você quer um exemplo do poder das cores na mente do bebê? A colocação de argolas ou chocalhos coloridos fixados sobre o berço, carrinho de bebê ou mesmo na cadeirinha de refeição é um excelente estímulo para um nenê de cinco a doze meses de vida, afirma a terapeuta ocupacional Vilma Colmenero, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos/SP.

“As cores das peças atraem o olhar do nenê. Coloque os objetos de modo que ele consiga alcançá-los com as mãos. Esse processo de mexer no brinquedo é um estímulo importantíssimo, pois, inconscientemente, ele estará exercitando a percepção ao tocar na peça, assim como a auto-estima, pois percebe que é capaz de movimentar o objeto. Se isso não bastasse, ele desenvolve a audição, ao ouvir o barulho provocado no contato com o chocalho, e também a coordenação motora”, explica Vilma Colmenero. “Perceba que essa série de exercícios vitais foi possível após a visualização dos objetos coloridos que despertaram sua atenção”, completa.

Educação colorida - As cores facilitam no processo de assimilação dos ensinamentos por parte dos pais, entretanto, é preciso que eles estejam preparados para utilizar essa importante ferramenta de aprendizado. “Não basta encher a casa de figuras coloridas e não estimular a criança. É fundamental que os pais associem a cor ao objeto. Uma dica é convidar o filho a comer uma deliciosa maçã de cor vermelha. A criança se sentirá estimulada por ser uma fruta de coloração vibrante”, avalia Vilma Colmenero.

Com uma dose de criatividade, os pais podem criar pratos ricos em nutrientes, decorados com cores e formas distintas, que podem ser o atrativo que faltava para que o filho passe a comer alimentos saudáveis. Quanto à higiene pessoal, a utilização de escova de dente ou esponja de banho colorida motiva indiretamente a criança a se manter limpa.


Link

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

MAIS FOTOS SOBRE AS ATIVIDADES DE ADAPTAÇÃO E ACOLHIMENTO DAS CRIANÇAS

Os bebês divertiam-se assistindo as atividades. Fofinhos!!!



Os violeiros da fama

Depois de tanto dançar e desfilar é preciso dar um tempo... 

Muitos rostinhos lindos!!

A platéia estava atenta

Desfiles

DIA DO TAPETE VERMELHO DA FAMA